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Artigos, notícias e pensamentos sobre TI, resultado das “andanças” diárias pela Web.
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25 abr 09 Escrever software é como… Escrever!

Bruce Eckel - autor da série de livros “Thinking in Java”, entre outros - escreveu esta semana em seu blog no site Artima Weblogs uma artigo a respeito de analogias ao trabalho de desenvolvimento de software.

Por quê precisamos de analogias? Programadores sabem o que estão fazendo, eles programam computdores! E eles sabem o que isto significa, simplesmente pelo fato de que eles o fazem.

Porém, para os stakeholders - gerentes, presidentes, clientes, parceiros - desenvolvimento de software é um mistério. Eles não estão interessados em saber tudo sobre o assunto, mas querem saber o bastante para fazerem previsões. Precisam então de uma abstração, uma analogia.

Matemática e Engenharia são duas analogias comumente utilizadas. Na primeira tudo pode ser matematicamente provado ou desmentido. Na segunda, o grau de previsibilidade é altíssimo e as técnicas de trabalho são consolidadas e padronizadas. É perfeitamente possível substituir um engenheiro por outro, e ainda assim obter-se resultados similares.

Olhando para tais considerações, identificamos grandes diferenças para os programadores. Mudar um programador significa mudar os resultados.

Segundo Eckel, programadores são - essencialmente - escritores.

Escritores como autores de livros, de novelas, de roteiros. Existem bons e maus escritores, e existem empresas que precisam de ótimos escritores, como também existem aquelas que precisam apenas de escritores, não tão bons assim. E mais, ter um bom escritor não implica na produção de um best-seller.

O que o autor defende, em resumo, é que esta analogia não ajuda a aumentar o grau de previsibilidade de o que fazem os programadores, mas, a exemplo da escrita, que é um trabalho artístico, estranho e difícil de medir, ajuda aos stakeholders a entenderem o quanto tal atividade é imprevisível.

Leia o artigo na íntegra clicando aqui.

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23 abr 09 Twitter = tempo perdido?

Você é dono/gerente de uma empresa de software (onde todas ou grande maioria das pessoas trabalha utilizando um computador) e acha que o Twitter apareceu apenas para se juntar ao Orkut, Facebook, messengers e outros, na tarefa de sugar o tempo que seus funcionários deveriam utilizar para produzir pela empresa? Não é bem assim. Guy Kawasaki publicou este artigo, falando sobre como demonstrar a utilidade do Twitter para os que pensam desse jeito. Maiores interessados podem ler o artigo inteiro, porém eis alguns pontos que achei interessantes:

  • Inteligência competitiva: Se sua empresa é razoavelmente conhecida, é possível monitorar o que os outros estão falando dela. E mais, ver o que os outros estão falando da empresa concorrente!
  • Notícias: Os principais jornais do mundo estão entrando na onda do Twitter.
  • Resposta às dúvidas: Tem alguma dúvida sobre algum assunto? Lance-a no Twitter. A velocidade de resposta que você obterá é assustadora e, é claro, proporcional ao número de pessoas que lhe acompanham.

Gostou? Guy Kawasaki também publicou uma apresentação em slides chamada “Twitter for business“, que você pode acessar clicando aqui. Vale a pena.

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16 abr 09 Engenharia de Software para quê?

Para não evitar esse tipo de situação, talvez?Dilbert.com

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