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	<title>blog.claudioromero.com</title>
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	<description>Artigos, notícias e pensamentos sobre TI, resultado das "andanças" diárias pela Web.</description>
	<pubDate>Mon, 07 Sep 2009 13:32:12 +0000</pubDate>
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	<language>en</language>
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		<title>O Design de Software está morto?</title>
		<link>http://www.claudioromero.com/weblog/2009/09/07/o-design-de-software-esta-morto/</link>
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		<pubDate>Mon, 07 Sep 2009 13:31:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>claudio</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Engenharia de Software]]></category>

		<category><![CDATA[Design]]></category>

		<category><![CDATA[XP]]></category>

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		<description><![CDATA[Martin Fowler, famoso por, entre outros, ser o autor de livros como &#8220;Refactoring: Improving the Design of Existing Code&#8221;, &#8220;Patterns of Enterprise Application Architecture&#8221; e &#8220;UML Distilled&#8221;, escreveu um artigo intitulado &#8220;Is Design Dead?&#8221;, que foi muito bem traduzido para o português pela equipe do InfoQ.
No texto, Fowler fala sobre o mito de que metodologias [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Martin Fowler, famoso por, entre outros, ser o autor de livros como &#8220;Refactoring: Improving the Design of Existing Code&#8221;, &#8220;Patterns of Enterprise Application Architecture&#8221; e &#8220;UML Distilled&#8221;, escreveu um artigo intitulado &#8220;Is Design Dead?&#8221;, que foi muito bem traduzido para o português pela equipe do InfoQ.</p>
<p>No texto, Fowler fala sobre o mito de que metodologias ágeis de software, especialmente o XP, vêm abolindo a prática de projetar o software.</p>
<p>O autor começa descrevendo os dois principais tipos de design, o planejado e o evolucionário, este último adotado por XP. Sabemos que existem problemas com os dois casos: o planejado sofre com as mudanças (principalmente de requisitos), e o evolucionário com o &#8220;codifica-e-corrige&#8221;. O Extreme Programming determina uma série de práticas que podem resolver tais problemas. Fowler então descreve o jeito particular de XP tratar o design.</p>
<p>Confira o artigo na íntegra, em <a href="http://www.infoq.com/br/articles/is-design-dead" target="_blank">português</a> ou <a href="http://martinfowler.com/articles/designDead.html" target="_blank">inglês</a>. Recomendo fortemente.</p>
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		<title>Scrum em menos de 10 minutos</title>
		<link>http://www.claudioromero.com/weblog/2009/08/30/scrum-em-10-minutos/</link>
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		<pubDate>Sun, 30 Aug 2009 11:13:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>claudio</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Gerência de Projeto]]></category>

		<category><![CDATA[Scrum]]></category>

		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>

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		<description><![CDATA[Vídeo (em inglês) bem legal que explica, aos que nunca ouviram falar, o que é Scrum:

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			<content:encoded><![CDATA[<p>Vídeo (em inglês) bem legal que explica, aos que nunca ouviram falar, o que é Scrum:</p>
<p><object width="560" height="340"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/Q5k7a9YEoUI&#038;hl=en&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/Q5k7a9YEoUI&#038;hl=en&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="560" height="340"></embed></object></p>
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		<title>Hummm&#8230; Já vi isso em algum lugar!</title>
		<link>http://www.claudioromero.com/weblog/2009/08/13/hummm-ja-vi-isso-em-algum-lugar/</link>
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		<pubDate>Thu, 13 Aug 2009 17:03:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>claudio</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Engenharia de Software]]></category>

		<category><![CDATA[Desenvolvimento Ágil]]></category>

		<category><![CDATA[Dilbert]]></category>

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		<description><![CDATA[
Algo familiar? Ou será que o chefe do Dilbert é o único que acha que o ponto determinante no sucesso do desenvolvimento é a metodologia ou framework utilizado?
Infelizmente não. No mundo real ainda há muitas pessoas com tal mentalidade e, pior, muitas também com poder de decisão. No final, quando tudo vai por água abaixo, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a title="Dilbert.com" href="http://dilbert.com/strips/comic/2005-11-16/"><img src="http://dilbert.com/dyn/str_strip/000000000/00000000/0000000/000000/00000/1000/000/1051/1051.strip.gif" border="0" alt="Dilbert.com" /></a></p>
<p>Algo familiar? Ou será que o chefe do Dilbert é o único que acha que o ponto determinante no sucesso do desenvolvimento é a metodologia ou framework utilizado?</p>
<p>Infelizmente não. No mundo real ainda há muitas pessoas com tal mentalidade e, pior, muitas também com poder de decisão. No final, quando tudo vai por água abaixo, a culpa é da pobre metodologia&#8230;</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>O declínio dos métodos ágeis</title>
		<link>http://www.claudioromero.com/weblog/2009/08/10/o-declinio-dos-metodos-ageis/</link>
		<comments>http://www.claudioromero.com/weblog/2009/08/10/o-declinio-dos-metodos-ageis/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 10 Aug 2009 16:55:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>claudio</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Desenvolvimento de Software]]></category>

		<category><![CDATA[Engenharia de Software]]></category>

		<category><![CDATA[Desenvolvimento Ágil]]></category>

		<category><![CDATA[Scrum]]></category>

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		<description><![CDATA[Outro dia lendo o blog do James Shore (ele de novo!), me deparei com um artigo intitulado &#8220;The Decline and Fall of Agile&#8220;. Isso me chamou muito a atenção, uma vez que o autor é, declarado, um agilista. Após concluir a leitura, concordei com vários dos argumentos postos. Eis o que considero de principal:
Scrum mal [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Outro dia lendo o blog do James Shore (ele de novo!), me deparei com um artigo intitulado &#8220;<a href="http://jamesshore.com/Blog/The-Decline-and-Fall-of-Agile.html" target="_blank">The Decline and Fall of Agile</a>&#8220;. Isso me chamou muito a atenção, uma vez que o autor é, declarado, um agilista. Após concluir a leitura, concordei com vários dos argumentos postos. Eis o que considero de principal:</p>
<blockquote><p><strong>Scrum mal aplicado</strong></p>
<p>Não é culpa do Scrum. Desenvolvimento ágil não trata apenas de boas práticas de engenharia. É também sobre o reconhecimento da importância das pessoas no processo de desenvolvimento, formando equipes multidisciplinares, com comunicação em larga escala, constantemente refletindo e melhorando, entregando valor, e mudando planos para melhor aproveitar as oportunidades.<br />
E Scrum inclui todos esses pontos. Diz, por exemplo, para colocar a equipe em um ambiente de trabalho compartilhado. Diz que no final de cada Sprint um produto de valor deve estar pronto para ser entregue, e diz também que a equipe deve se auto-organizar, descobrir impedimentos e removê-los.<br />
Scrum também tem algumas poucas coisas mecânicas a respeito de Sprints mensais e Scrum diário. Coisas triviais comparadas com todo o resto. Mas, infelizmente, é essa a única parte que muitas pessoas adotam. Ciclos rápidos, mas nada daquelas boas práticas que fazem o ciclo rápido ser sustentável.</p>
<p><strong>Você está fazendo errado</strong></p>
<p>Neste momento, há muitas equipes falhando com o desenvolvimento ágil. Esses times estão trabalhando em ciclos pequenos. A crescente freqüência de planejamento deu-lhes um maior controle sobre seu trabalho e eles estão descobrindo e consertando alguns problemas. Eles se sentem bem, e eles realmente parecem mais bem sucedidos do que eram antes.</p>
<p>Mas eles não estão trabalhando em ambientes de trabalho compartilhados, nem enfatizando a necessidade de comunicação de larga escala. Eles não mantêm os clientes por perto do local de trabalho. Eles nem mesmo terminam todas as suas Estórias até o final de cada Sprint, e certamente não utilizam boas práticas de engenharia.</p>
<p>Esses times se dizem ágeis, mas eles estão apenas praticando um tipo de “planejamento freqüente”. Ciclos curtos e capacidade de re-planejar são apenas os benefícios que o desenvolvimento ágil lhe dá. É a recompensa, não o método. Essas equipes pseudo-ágeis estão comendo a sobremesa toda noite e pulando o prato principal, os vegetais. Deixando de lado todo o resto (o &#8216;resto&#8217; realmente ágil), elas estão bem encaminhadas para &#8220;dentes cheios de cáries&#8221;, &#8220;obesidade&#8221; e, conseqüentemente, estão fadados a falhar. No começo se sentem bem, mas isso não dura por muito tempo.</p></blockquote>
<p>Resumindo, pare e pense: você está querendo pular o arroz-com-feijão, os brócolis e a salada, para ir direto a sobremesa? Se sim, você está, como muitos, deturpando os valores defendidos no manifesto ágil, e está no caminho errado.</p>
<p><strong>Metodologias ágeis são tão boas quanto as pessoas que as usam!</strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>1º Encontro do grupo Scrum PB</title>
		<link>http://www.claudioromero.com/weblog/2009/08/08/1%c2%ba-encontro-do-grupo-scrum-pb/</link>
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		<pubDate>Sat, 08 Aug 2009 14:38:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>claudio</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Geral]]></category>

		<category><![CDATA[Eventos]]></category>

		<category><![CDATA[Scrum]]></category>

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		<description><![CDATA[Finalmente temos um grupo em nosso estado, e o primeiro encontro será realizado! As inscrições devem ser feitas no site http://scrumpb.org/. Abaixo, mais informações:

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Finalmente temos um grupo em nosso estado, e o primeiro encontro será realizado! As inscrições devem ser feitas no site <a href="http://scrumpb.org/" target="_blank">http://scrumpb.org/</a>. Abaixo, mais informações:</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://scrumpb.org/wp-content/uploads/2009/07/flay_Scrum-pbDay.jpg"><img class="aligncenter" src="http://scrumpb.org/wp-content/uploads/2009/07/flay_Scrum-pbDay.jpg" alt="" width="420" height="595" /></a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>O &#8220;mito&#8221; da documentação</title>
		<link>http://www.claudioromero.com/weblog/2009/08/08/o-mito-da-documentacao/</link>
		<comments>http://www.claudioromero.com/weblog/2009/08/08/o-mito-da-documentacao/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 08 Aug 2009 14:30:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>claudio</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Engenharia de Software]]></category>

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		<category><![CDATA[Qualidade de Software]]></category>

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		<description><![CDATA[Ultimamente tenho lido muito  respeito de desenvolvimento ágil, principalmente no que diz respeito a Scrum. Navegando por aí, caí no blog de James Shore, co-autor do livro &#8220;The Art of Agile Development&#8220;, da editora O&#8217;Reilly. Vasculhando o blog, vi um artigo chamado &#8220;The Documentation Myth&#8221;, que pode ser lido
na íntegra (e em inglês) clicando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ultimamente tenho lido muito  respeito de desenvolvimento ágil, principalmente no que diz respeito a Scrum. Navegando por aí, caí no blog de James Shore, co-autor do livro &#8220;<a href="http://jamesshore.com/Agile-Book/" target="_blank">The Art of Agile Development</a>&#8220;, da editora O&#8217;Reilly. Vasculhando o blog, vi um artigo chamado &#8220;The Documentation Myth&#8221;, que pode ser lido<br />
na íntegra (e em inglês) clicando <a href="http://jamesshore.com/Blog/The-Documentation-Myth.html" target="_blank">neste link</a>. Vale ressaltar que, assim como grande parte das pessoas que postaram comentários no referido blog, eu concordo/discordo de partes do texto, e cabe a cada um fazer sua avaliação pessoal. Mas achei bastante interessante e aqui sintetizo, em português, a idéia do mesmo:</p>
<blockquote><p><strong>O mito da documentação</strong></p>
<p>Um dos grandes mitos do desenvolvimento ágil é que equipes ágeis não documentam seu trabalho. Realmente, equipes ágeis preferem conversas cara-a-cara do que comunicação através de documentos, e preferem escrever documentação para manutenção, no final do projeto, do que no começo (significando menos retrabalho e garantido conteúdo atualizado).</p>
<p>Junto com as acusações de más práticas de documentação, há um outro mito: &#8220;Documentação é uma coisa boa&#8221;.</p>
<p>Pessoas pensam &#8220;estou tendo problemas para entender isto!&#8221; e, depois de quebrar a cabeça, amaldiçoam o desenvolvedor pela sua falta de visão de documentação.</p>
<p>Muitos programadores escrevem linhas e mais linhas de comentários, antes de realmente começar a implementar. Mas isso não significa que a implementação que vem a seguir é de qualidade! O bom, desta forma, não vem automaticamente (e necessariamente) da prévia documentação. Isto é um mito!</p>
<p>Então o que é realmente bom? O que é que estamos procurando quando vamos atrás da documentação? A resposta é: Respostas.</p>
<p>Se você mudar sua forma de pensar, procurando as respostas, e não apenas documentação em si, você irá mudar inteiramente sua perspectiva. <strong>Documentação então é um meio para um fim, e não um fim em si própria</strong>.</p>
<p>A realidade é: queremos respostas, elas sim nos ajudam. E o quanto mais rápido as temos, melhor é.</p>
<p>O melhor caso é quando, as vezes o próprio código fonte, bem escrito e com partes bem nomeadas, não precisa nem de comentários, é intuitivamente óbvio. XP prega isso, e realmente não é uma coisa fácil de atingir, mas é o que se deve tentar.</p>
<p>O segundo melhor caso é quando é possível perguntar a alguém e obter logo a resposta. É o caso de equipes ágeis, onde se recomenda ter equipes com seus membros distribuídos através de várias funções. Os ganhos de produtividade por causa da comunicação são incríveis.</p>
<p>Ainda, continua sendo bom ser possível ir ao Google e procurar pela respostas. Algumas vezes vou ao Google e digito minha mensagem de erro. Descubro que 500 pessoas tiveram o mesmo erro, e proveram soluções. Fantástico.</p>
<p>Por último da lista de como/onde obter resposta, está a atividade de ler documentação atrás da mesma. è claro que algumas vezes a documentação é divinamente organizada, maravilhosamente escrita, e prazerosa de ler. Sim. Mas muitas vezes não. E quanto mais documentação você tiver que ler para obter sua resposta, pior. Ter muita documentação não é bom. A única coisa boa sobre ter toneladas de documentação é o jeito como isso soa.</p>
<p>Então, da próxima vez que você ouvir alguém reclamando sobre a falta de comentários ou de documentação, pare-o por um momento. Do quê realmente ele está reclamando? O código não está claro? A biblioteca tem uma organização pobre? Talvez corrigir isso primeiro fosse a melhor solução. Ou, talvez, nada está errado, e esta pessoa está sucumbindo ao <strong>mito da documentação</strong>.</p></blockquote>
]]></content:encoded>
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		<title>Blogs x Jornais</title>
		<link>http://www.claudioromero.com/weblog/2009/06/09/blogs-x-jornais/</link>
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		<pubDate>Tue, 09 Jun 2009 16:36:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>claudio</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Geral]]></category>

		<category><![CDATA[Blogs]]></category>

		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Jornais brasileiros recentemente criticaram a Petrobrás, por esta publicar em seu blog as respostas às perguntas da mídia nacional, antes mesmo destas chegarem ao público pelos meios convencionais (jornais, emissoras de televisão, rádios e websites de notícias).
O Globo, A Folha de São Paulo e a Associação Nacional dos Jornais são alguns dos críticos, detalhes nesta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Jornais brasileiros recentemente criticaram a Petrobrás, por esta publicar em seu blog as respostas às perguntas da mídia nacional, antes mesmo destas chegarem ao público pelos meios convencionais (jornais, emissoras de televisão, rádios e websites de notícias).</p>
<p>O Globo, A Folha de São Paulo e a Associação Nacional dos Jornais são alguns dos críticos, detalhes <a title="Matéria Jornal da Globo" href="http://g1.globo.com/jornaldaglobo/0,,MUL1187731-16021,00-DIVULGACAO+DE+INFORMACOES+EM+BLOG+DA+PETROBRAS+CAUSA+POLEMICA.html" target="_blank">nesta matéria</a> do Jornal da Globo. Eis um dos trechos:</p>
<blockquote><p>Para o jornal &#8220;O Globo&#8221;, as perguntas         encaminhadas por escrito, são de propriedade do jornalista e do         veículo e que por esse motivo a iniciativa da Petrobras         desrespeita profissionais e atenta contra a liberdade de         imprensa, ao violar o direito da sociedade de ser informada, sem         limitações.</p></blockquote>
<p>Será que realmente a sociedade seria informada sem limitações?</p>
<p>A resposta da Petrobrás para essa declaração do jornal foi que, se as perguntas são de propriedade do jornalista, as respostas são de propriedade da Petrobrás. O que é muito bem colocado.</p>
<p>Jornais agora não têm mais a chance de distorcer o que foi dito, pois a própria fonte da resposta publicou-a em seu site oficial. Sem falar que a imprensa &#8220;convencional&#8221; tem medo de perder espaço (audiência) para os blogueiros. Será que perde mesmo?</p>
<p><strong>A internet, através dos blogs, mais uma vez mostra sua força.</strong> E a quem interessar, eis o endereço do blog da Petrobrás: <a title="Blog da Petrobrás" href="http://petrobrasfatosedados.wordpress.com/" target="_blank">http://petrobrasfatosedados.wordpress.com/</a></p>
<p>De minha parte, só posso dizer que achei de muita utilidade o serviço. Quanto mais informado, e quanto mais na fiel à fonte for a notícia, melhor. A Petrobrás é uma empresa muito importante para nosso país, e o que acontece com ela me interessa, e muito.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>A estória do lenhador</title>
		<link>http://www.claudioromero.com/weblog/2009/05/27/a-estoria-do-lenhador/</link>
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		<pubDate>Wed, 27 May 2009 21:16:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>claudio</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Geral]]></category>

		<category><![CDATA[Analogias]]></category>

		<category><![CDATA[Desenvolvimento de Software]]></category>

		<category><![CDATA[Estórias]]></category>

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		<description><![CDATA[Achei interessante essa estória, curta, mas que ensina muito:
Era uma vez um jovem e forte lenhador que em um dia conseguiu derrubar 70 árvores, ao passo que o recorde era de 72.
No dia seguinte, querendo entrar para a história, acordou um pouco mais cedo, trabalhou duro, mas cortou apenas 68 árvores.
No dia imediato, acordou ainda [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Achei interessante essa estória, curta, mas que ensina muito:</p>
<blockquote><p>Era uma vez um jovem e forte lenhador que em um dia conseguiu derrubar 70 árvores, ao passo que o recorde era de 72.</p>
<p>No dia seguinte, querendo entrar para a história, acordou um pouco mais cedo, trabalhou duro, mas cortou apenas 68 árvores.</p>
<p>No dia imediato, acordou ainda mais cedo, esforçou-se ainda mais, almoçou correndo e cortou apenas 60 árvores.</p>
<p>Assim, desgostoso e desolado, sentou-se à beira do refeitório. Um velho lenhador, já sem vigor físico mas experiente, ficou com pena do jovem e, chegando ao seu lado, perguntou: &#8220;Meu filho, quanto tempo você separou para afiar o seu machado?&#8221;</p></blockquote>
<p>Me sinto um pouco assim em relação à construção de software, uma vez que pessoas com quem convivo no ramo acham que o sucesso do desenvolvimento de um software é exclusivamente dependente do número de horas trabalhadas. Quantas vezes as ordens são para derrubar árvores e mais árvores, quando na verdade deveríamos parar um pouco para amolar o machado?</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Escrever software é como&#8230; Escrever!</title>
		<link>http://www.claudioromero.com/weblog/2009/04/25/escrever-software-e-como-escrever/</link>
		<comments>http://www.claudioromero.com/weblog/2009/04/25/escrever-software-e-como-escrever/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 25 Apr 2009 17:10:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>claudio</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Desenvolvimento de Software]]></category>

		<category><![CDATA[Ciência da Computação]]></category>

		<category><![CDATA[Programação]]></category>

		<category><![CDATA[Programador]]></category>

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		<description><![CDATA[Bruce Eckel - autor da série de livros &#8220;Thinking in Java&#8221;, entre outros - escreveu esta semana em seu blog no site Artima Weblogs uma artigo a respeito de analogias ao trabalho de desenvolvimento de software.
Por quê precisamos de analogias? Programadores sabem o que estão fazendo, eles programam computdores! E eles sabem o que isto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Bruce Eckel - autor da série de livros &#8220;Thinking in Java&#8221;, entre outros - escreveu esta semana em seu blog no site <a href="http://www.artima.com/weblogs/index.jsp" target="_blank">Artima Weblogs</a> uma artigo a respeito de analogias ao trabalho de desenvolvimento de software.</p>
<p>Por quê precisamos de analogias? Programadores sabem o que estão fazendo, eles programam computdores! E eles sabem o que isto significa, simplesmente pelo fato de que eles o fazem.</p>
<p>Porém, para os stakeholders - gerentes, presidentes, clientes, parceiros - desenvolvimento de software é um mistério. Eles não estão interessados em saber tudo sobre o assunto, mas querem saber o bastante para fazerem previsões. Precisam então de uma abstração, uma analogia.</p>
<p>Matemática e Engenharia são duas analogias comumente utilizadas. Na primeira tudo pode ser matematicamente provado ou desmentido. Na segunda, o grau de previsibilidade é altíssimo e as técnicas de trabalho são consolidadas e padronizadas. É perfeitamente possível substituir um engenheiro por outro, e ainda assim obter-se resultados similares.</p>
<p>Olhando para tais considerações, identificamos grandes diferenças para os programadores. Mudar um programador significa mudar os resultados.</p>
<p>Segundo Eckel, programadores são - essencialmente - <strong>escritores.</strong></p>
<p>Escritores como autores de livros, de novelas, de roteiros. Existem bons e maus escritores, e existem empresas que precisam de ótimos escritores, como também existem aquelas que precisam apenas de escritores, não tão bons assim. E mais, ter um bom escritor <strong>não implica</strong> na produção de um best-seller.</p>
<p>O que o autor defende, em resumo, é que esta analogia não ajuda a aumentar o grau de previsibilidade de o que fazem os programadores, mas, a exemplo da escrita, que é um trabalho artístico, estranho e difícil de medir, ajuda aos stakeholders a entenderem o quanto tal atividade é imprevisível.</p>
<p><strong>Leia o artigo na íntegra clicando <a href="http://www.artima.com/weblogs/viewpost.jsp?thread=255898" target="_blank">aqui</a>.</strong></p>
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		<title>Twitter = tempo perdido?</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Apr 2009 15:51:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>claudio</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Novas Tecnologias]]></category>

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		<category><![CDATA[Comunidades]]></category>

		<category><![CDATA[Twitter]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p>Você é dono/gerente de uma empresa de software (onde todas ou grande maioria das pessoas trabalha utilizando um computador) e acha que o Twitter apareceu apenas para se juntar ao Orkut, Facebook, messengers e outros, na tarefa de sugar o tempo que seus funcionários deveriam utilizar para produzir pela empresa? Não é bem assim. <a href="http://blog.guykawasaki.com/" target="_blank">Guy Kawasaki</a> publicou <a href="http://blogs.openforum.com/2009/04/19/how-to-demo-twitter/" target="_blank">este artigo</a>, falando sobre como demonstrar a utilidade do Twitter para os que pensam desse jeito. Maiores interessados podem ler o artigo inteiro, porém eis alguns pontos que achei interessantes:</p>
<ul>
<li><strong>Inteligência competitiva: </strong>Se sua empresa é razoavelmente conhecida, é possível monitorar o que os outros estão falando dela. E mais, ver o que os outros estão falando da empresa concorrente!</li>
<li><strong>Notícias:</strong> Os principais jornais do mundo estão entrando na onda do Twitter.</li>
<li><strong>Resposta às dúvidas: </strong>Tem alguma dúvida sobre algum assunto? Lance-a no Twitter. A velocidade de resposta que você obterá é assustadora e, é claro, proporcional ao número de pessoas que lhe acompanham.</li>
</ul>
<p>Gostou? Guy Kawasaki também publicou uma apresentação em slides chamada &#8220;<a href="http://www.slideshare.net/iangreen/twitter-for-business-1196362" target="_blank">Twitter for business</a>&#8220;, que você pode acessar clicando <a href="http://www.slideshare.net/iangreen/twitter-for-business-1196362" target="_blank">aqui</a>. Vale a pena.</p>
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